terça-feira, 29 de março de 2011

DICA [5]

Primeira dica de música aqui no blog!


Meu Coração de Papel

Bem eu tenho sido tratada como uma carta
Que foi rasgada e deixada pra trás
Eu sou uma garota frágil
em um mundo negligente
Meus sonhos foram despedaçados e espalhados no chão
Mas Voce tem recolhindo os pedaços,Senhor
Pois o Teu amor é real,
a única esperança pra sarar

Meu coração de papel agora é Teu
Eu estou na posse de Tuas mãos
Vou tão longe pra descobrir que
minha vida Jamais será a mesma,
desde que escreveu Teu nome
No meu coração de papel

Eu tenho sido tão temerosa em confiar
Tantas vezes fui reduzida a pó
Mas Você permanece me mostrando
Que És o lugar mais seguro pra se estar

Nunca soube que poderia me sentir como me sinto
Nunca soube que aqui poderia ter um amor tão real
Nunca soube que eu poderia me sentir do modo que me sinto agora


Beija-Flor de Jesus

CORAÇÃO DE MENINA

     Mas depois de Jesus, Ema amava ternamente seus pais. Para provar seu amor a Jesus não hesitava em fazer sacrifícios. E para provar o amor aos seus pais, obedecia-lhes em tudo, e teria mesmo consentido em que lhe cortassem as mãos como aquela chinesinha, se eles o quisessem. Vocês conheceram a história daquela chinesinha?
     Era filha de um mandarim, que fora culpado gravemente por ter roubado dos cofres públicos. Na China pune-se com o corte das mãos quem rouba do tesouro público. Quando a filha do mandarim soube do crime do pai e da pena que lhe fora imposta, apresentou-se ao Imperador e disse: "Não nego que meu pai cometeu um crime que merece a pena estabelecida, mas peço-vos, suplico-vos, sejam cortadas as minhas mãos em lugar das suas. Eis-la aqui. Elas pertencem a meu pai e eu as sacrifico de boa vontade por ele."
     Um amor filial tão ardente comoveu sinceramente o Imperador, que acabou perdoando o mandarim infiel.
      As vezes a mãe de Ema mostrava-de profundamente aflita. A menina sabia o motivo daquela aflição. Era seu irmão mais velho Emílio, de quinze anos, quem dava aos pais tantos desgostos,  por ser insubordinado e irreverente. Ema, com apenas três anos de idade, consolva a mãe e repreendia o irmão:
     _ Não se aflija mamãe. Eu sempre gostarei da senhora e serei obediente.
     Depois ia à procura do irmão e com doçura, mas com autoridade dizia-lhe:
     _ Você não percebe que está causando tantos desgostos à mamãe? Ela chora sempre por sua causa. Quando é que você vai indireitar-se? Naquele dia vamos dar uma grande festa.
     Certo dia de verão a mãe fora lavar a roupa na fonte. Voltou para casa ao meio-dia, mas estava muito cansada. Ema a seguia a certa distância. Foi quando viu a mãe sentar-se à soleira, exausta como se estivase para desmaiar.
     _ Mamãe, a senhora eatá se sentindo mal?
     _ Sim, Ema, muito.
     Então espere um pouco: vou logo chamar o padre para que a senhora se confesse, assim se a senhora morrer vai direitinho para o céu.
     E saiu correndo, mas a mãe chamou-a logo de volta.
     Pequena alma carinhosa, ela nos ensina que é preciso não temer o sacerdote quando a doença nos afeta. Amar verdadeiramente significa ajudar os outros a entrar no paraíso.
     Amava muito todos os seus, mas entre seus irmãos tinha uma predileção especial por Frederico então seminarista. Aos sábados quando ia visitá-lo com a mãe para levar-lhe a roupa lavada e passada, não se cansava de dar-lhe conselhos e fazer-lhe recomendações ajuizadas. Quem a ouvia ficava admirado de encontrar numa menina de três anos tanto juízo.

sábado, 26 de março de 2011

Dica [4]

FILME
Mudança de Hábito

SINOPSE
     Em Reno, Nevada, Deloris Van Cartier (Whoopi Goldberg) é uma cantora que acidentalmente testemunha um brutal assassinato cometido pelo seu namorado, Vince LaRocca (Harvey Keitel), um gângster. Enquanto tentam capturar Vince, um detetive, Eddie Souther (Bill Nunn), é encarregado de protegê-la. Deloris é colocada no programa de proteção às testemunhas e é mandada para um convento em São Francisco disfarçada de freira, usando o nome de irmã Mary Clarence. Mas seu jeito extrovertido, que não é aprovado pela Madre Superiora (Maggie Smith), acaba fazendo ela dar uma nova vida ao coral, chamando a atenção das pessoas e de Vince.
     Esse filme é d+!

sexta-feira, 25 de março de 2011

Calar-se



Calar sobre sua própria pessoa é humildade.
Calar sobre os defeitos dos outros é caridade.
Calar quando a gente está sofrendo é heroísmo.
Calar diante do sofrimento alheio é covardia.
Calar diante da injustiça é fraqueza.
Calar quando o outro está falando é delicadeza.
Calar quando o outro espera uma palavra é omissão.
Calar e não falar palavras inúteis é penitência.
Calar quando não há necessidade de falar é prudência.
Calar quando Deus nos fala no coração é silêncio.

Nesse tempo de quaresma é importante salenciar para poder ouvir o que Deus quer dizer ao nosso coração!

quarta-feira, 23 de março de 2011

Beija Flor de Jesus

O CAMINHO DO BEM

     Rosto pequeno muito sério, agraciada por ricos cachos e duas tranças não muito longas; olhos grandes e azuis, muito vivos; estatura pequena para a sua idade: eis Ema, a menina trazida à terra pela Virgem. Nasceu em Alba, velha cidadezinha do Piemonte, na Itália. Passou em Alba os breves anos de sua existência. Aos sete anos voltou à sua verdadeira pátria, lá no céu.
     A natureza fôra muito pródiga com ela: dotara-a de uma inteligência quase precoce, muito superior à das crianças de sua idade, memória invulgar e um coração bondoso.
     O primeiro ato que aprendeu com sua mãe foi o sinal da cruz. Aprendeu-o desde cedo e assim que começou a balbuciar aprendeu também a pronunciar os nomes de Jesus e Maria, dois nomes que ela invocará até o último instante em seu leito de morte.
     _ De quem é que você gosta mais, Ema? _ perguntava-lhe a mãe.
     _ Em primeiro lugar de Jesus, depois da Virgem, e logo depois de papai e mamãe.
     Não havia dúvidas de que Ema gostasse realmente muito de Jesus. Tinha pelo Menino Jesus uma devoção muito particular. Falava-lhe com ternura. Oferecia-lhe as flores que colhia no campo, e várias vezes por dia renovava-lhe a oferta de si mesma. E o Menino Jesus ouvia-a, aceitava e sorria,
     Às vezes, Ema acompanhava a mãe à igeja. Enquanto a mãe rezava ajoelhada, a pequena dirigia-se rapidamente até à  mesa da comunhão. Queria ficar o mais perto possível de Jesus. Ficava imóvel, olhando fixo o tabernáculo até que sua mãe a chamasse para junto de si.
     _ Quero ver melhor o Menino Jesus _ respondia a quem lhe perguntava porque gostava tanto de ficar junto à mesa da comunhão.
     _ Que perfume de Jesus, mamãe! _ exclamou certa vez Ema ao receber um beijo de sua mãe, que voltava naquele momento da igreja onde comungara.
     _ Dê-me mais um beijo mamãe, é tão bom! _ e naquele beijo materno a fé da pequena Ema sentia como que o beijo do próprio Jesus Eucarístico.

sábado, 19 de março de 2011

DICA [3]

A dica de hoje é de blogs muito bons! Epero que vocês curtam!

destinasaoceu.blogspot.com

julianasergio.blogspot.com

santa-menina.blogspot.com

loucosporumacausa.blogspot.com

blogneveralone.blogspot.com

pecisamosevangelizar.blogspot.com

ysiscosta.blogspot.com


universalpentecostal.blogspot.com


meninasdejesus.blogspot.com
naovivomais.blogspot.com
naoatih.blogspot.com
abelagarota.blogspot.com
princesadapureza.blogspot.com
np-madeinheaven.blogspot.com

Aproveitem e naveguem bastante! 

quarta-feira, 16 de março de 2011

Santa Jacinta Mariscotti


     
    Santa Jacinta nasceu no ano de 1585 e recebeu no batismo o nome de Clarissa, que trocou pelo de Jacinta quando se fez religiosa.
     Educada no temor de Deus, mostrou, ainda muito jovem, atrativa particular pela virtude; mas, avançando mais em idade, começou a ganhar gosto pelos adornos e vaidades do mundo. Embora tivesse sido mandada para um convento de religiosas, a fim de receber boa educação, ocupava-se unicamente em coisas frívolas. Toda a juventude a passou na dissipação, embora nunca perdesse a pureza de costumes.     Seu pai aconselhou-a a fazer-se religiosa, e, posto que não sentisse nenhuma vocação para a vida monástica, cedeu às instâncias da família e tomou o véu no mosteiro de S. Bernardino de Viterbo, da Ordem Terceira de S. Francisco. Os seus gostos, porém, e o seu caráter não mudou. Logo que chegou ao convento, mandou construir um quarto particular que mobiliou e adornou com suntuosidade. Era sempre com negligência que cumpria os deveres que a regra lhe impunha. A sua única ocupação consistia em satisfazer as fantasias da sua louca vaidade.     Todavia, juntamente com os seus defeitos, tinha boas qualidades. Consagrava amor muito particular à pureza, respeito profundo aos mistérios da religião e grande submissão à vontade dos pais, submissão que a trouxera ao convento.     Tinha Jacinta passado dez anos no meio das virgens do Senhor, conservando sempre os seus hábitos contrários aos santos exemplos de que todos os dias era testemunha. Um dia foi atingida por uma doença perigosa. Mandou chamar o confessor da casa; era um respeitável religioso da Ordem de S. Francisco. Ao entrar no quarto da doente, surpreendido de ver o luxo com que estava adornado, recusou atendê-la e disse-lhe em tom severo que o céu não tinha sido feito para as pessoas vãs e soberbas. Estas palavras produziram em Jacinta um terror salutar. «Já não há esperança para mim!», exclamou ela. O confessor respondeu-lhe que o único meio de salvar a sua alma era pedir perdão a Deus pela vida passada e reparar o escândalo que tinha dado às companheiras, começando desde então uma vida completamente nova.     Ela, banhada em lágrimas, prometeu mudar de vida. E, logo que lhe foi possível, seguindo os conselhos do santo religioso, foi ao refeitório quando lá estava toda a comunidade reunida. Derramando muitas lágrimas, prostrou-se no meio da sala, confessou em alta voz os seus defeitos e pediu encarecidamente lhe perdoassem os escândalos que tinha dado. As companheiras, comovidas com um ato de humildade tão heróica, apressaram-se a manifestar-lhe toda a alegria que sentiam com a sua conversão e prometeram-lhe pedir a Deus lhe concedesse a graça de consumar com generosidade o sacrifício que tinha começado.     Começou por dar à superiora da casa tudo o que possuía e entregou-se a todas as austeridades duma vida verdadeiramente penitente. Um feixe de sarmentos tomou-se o seu leito, uma pedra o travesseiro, uma túnica velha o vestido único. Andava quase sempre descalça; as vigílias e privações que se impunha só tinham por limite o perigo de pôr a vida em risco. O que a sustentava e animava nestes santos exercícios eram as suas meditações freqüentes sobre a Paixão de Jesus Cristo.     Jacinta viveu assim muitos anos, entregue ao cuidado dos desgraçados de quem era mãe, sendo favorecida por Deus com as graças mais preciosas e com o dom da mais sublime oração. Tinha 55 anos quando foi subitamente atingida por uma dor violenta que a levou ao tumulo em poucas horas. Apesar da grandeza do sofrimento, recebeu os Sacramentos com a maior piedade e adormeceu pacificamente no Senhor, no ano de 1640, pronunciando os doces nomes de Jesus e de Maria.     Foi beatificada em 1726 e canonizada em 1807. Ainda hoje se pode ver em Viterbo, no convento das Franciscanas, a cela ocupada por Santa Jacinta durante os últimos anos da vida.


Beija flor de Jesus

DO CÉU À TERRA

     19 de maio de 1928. Dia cheio de Sol, transbordante de flores e perfumes! Há grande alegria na natureza e muita alegria também na família Alutto: o vagido de uma criancinha ressoa argentino no quarto cheio de Sol.
     Nesse dia, Deus escolheu no céu uma menina e confio-a a dois anjos da guarda: João Alutto e Ernestina Páscoa.
     Quem não sabe que os pais são os anjos aos quais o Senhor confia as crianças para que cuidem delas, juntamente com os anjos do céu? Que grande ventura é aquela de ter pais bons e cristãos! Pois, a virtude dos pais é a grande garantia dos filhos: toda planta cultivada em bom terreno, sob o olhar vigilante e atento do colono, só pode dar no futuro, bons frutos e belas flores, não obstante todas as ameaças e perigos do mau tempo.

sábado, 12 de março de 2011

Dica [2]


     A dica de hoje é de um livro.

Nelsinho para todos!


     Sinopse: Nelsinho para todos traz o testemunho de um menino que morreu no Natal de 1964, depois de ter perdido um braço, por causa de um tombo, e que, durante o tempo que ficou no hospital, desenvolveu um profundo relacionamento com Jesus Eucaristia. O autor, missionário redentorista, tendo conhecido esse menino e convivido com ele, sentiu um dever de consciência partilhar com todos nós essa experiência de fá. Seus relatos envolvem fatos edificantes que trarão ao leitor um profundo e emocionante efeito evangelizador.


É emocionante, vale a pena!

sexta-feira, 11 de março de 2011

Abraçar o Absurdo

    

   "Jesus viu um homem chamado Mateus, que estava sentado no posto do pagamento das taxas. Disse-lhe: 'Segue-me'. O homem levantou-se e o seguiu" (Mt 9,9).
     A vida de Mateus era um escândalo. Ele era um pecador público, odiado por muitos.
     Jesus encontrou nele algo que os olhos humanos não conseguiram ver.
     Nossa cultura é tendenciosa para aquilo que é negativo. Vemos a vida e as pessoas de uma forma péssima. Tudo ao nosso redor parece estar envolto por essa atmosfera do triste, feio, trágico.
     Se de todo mal Deus tira um bem, porque não podemos, nós também, ter este olhar de Deus, acreditando que é possível ver o positivo do outro e das situações?
     Precisamos perceber sinais de um novo tempo que o Espírito de Deus quer realizar em nós. Comecemos a olhar para as pessoas, os acontecimentos e a nossa própria vida com o olhar de Deus.
     "Disse-lhe: Segue-me."
     Ele chama pecadores, pessoas de todas a idades, de situações diferentes de vida e de cultura. Não podemos permanecer surdos ao Seu chamado, fixados em nossos limites. É na misericórdia que abraço esse absurdo que é Deus.


Texto de Simoni Cavazzani

quarta-feira, 9 de março de 2011

Não me diz respeito

     Um rato olhando pelo buraco na parede vê o fazendeiro e a sua esposa abrindo um pacote.
     Pensou logo em que tipo de comida poderia ter ali.
     Ficou aterrorizado quando descobriu que era uma ratoeira.
     Foi para o portão da fazenda advertindo a todos.
     “Tem uma ratoeira na casa.”
     A galinha que estava cacarejando e ciscando, levantou a cabeça e disse:
     “Desculpe-me Sr. Rato, eu entendo que é um grande problema para o senhor, mas não me prejudica em nada, não me incomoda.”
     O rato foi ate o cordeiro e disse a ele:
     “Tem uma ratoeira na casa, uma ratoeira.”
     “Desculpe-me Sr. Rato, mas não há nada que eu possa fazer a não ser orar, fique tranqüilo que o senhor será lembrado nas minhas orações.”
     O rato dirigiu-se então a vaca. E ela disse:
     “O que Sr. Rato? Uma ratoeira? Pôr acaso estou em perigo? Acho que não!”
     Então o rato voltou para a casa, cabisbaixo e abatido, para encarar a ratoeira do fazendeiro.
     Naquela noite ouvi-se um barulho, como o de uma ratoeira pegando sua vítima.
A mulher do fazendeiro correu para ver o que havia pego.
     No escuro, ela não viu que a ratoeira pegou a calda de uma cobra venenosa. A cobra picou a mulher.
     O fazendeiro a levou imediatamente ao hospital. Ela voltou com febre.
     Todo mundo sabe que para alimentar alguém com febre, nada melhor que uma canja.
     O fazendeiro pegou seu cutelo e foi providenciar o ingrediente principal – a galinha.
     Como a doença da mulher continuava, os amigos e vizinhos vieram visitá-la. Para alimentá-los o fazendeiro matou o cordeiro.
     A mulher não melhorou e acabou morrendo. Muita gente veio para o funeral.
     O fazendeiro então sacrificou a vaca para alimentar todo aquele povo.
     “Na próxima vez que você ouvir dizer que alguém está diante de um problema e acreditar que o problema não lhe diz respeito lembre-se que, quando há uma ratoeira na casa, toda a fazenda corre risco.

Evangelize!!!!!!




Beija Flor de Jesus

          Neste blog, vai começar uma série, Beija Flor de Jesus. É uma história linda, que conta a história de uma menina que soube ser de Deus. Toda quarta-feira eu vou postar um capítulo. Espero que vocês gostem!

PREFÁCIO

     Quem foi Ema Alutto? Filha de príncipes ou de família nobre? Nada disso. Uma pequena estrela do teatro ou do cinema que recolheu muitos aplausos e muita fama? Também não. Uma menina extraordinária que operou prodígios? Iríamos longe demais.
     Ema foi apenas uma pequena alma singela que o Senhor prodigalizou com suas graças; uma menina como tantas, mas que soube aproveitar dos presentes do bom Deus, uma preciosa flor que soube difundir ao redor de si um perfume delicioso.
     Por que foi que se escreveu a vida desta menina?
     Porque são poucas as meninas que souberam como ela viver plenamente seus dias.
     E que melhor do que ela poderia ensinar isto às outras crianças?
     Ela o fará em poucas páginas.
     Vocês que lerem estas páginas cuidem de colher o sentido de seu ensinamento sublime; procurem ouvir sua pequena voz que exorta a olhar para cima: lá em cima há um lugar esperando por vocês entre os anjos. Foi o Senhor Deus  quem o preparou para vocês desde toda a eternidade. Ema lhes ensinará o melhor caminho para merecê-lo e os ajuda´ra a chegar até lá. Leiam com o coração aberto e depois me dião se é verdade ou não o que disse.

terça-feira, 8 de março de 2011

Só tenho o hoje!

     
      Hoje é um dia muito importante! "Não vos preocupeis, pois, com o dia de amanhã: o dia de amanhã terá suas preocupações próprias" (Mt 6,34).
     Precisamos aprender viver cada dia, cada hora, cada minuto, como se fossem uma oportunidade única de vida nos dada por Deus.
     O momento presente é só o que tenho. Não existe mais o que aconteceu há algumas horas e nem mesmo há alguns minutos. Não existe ainda para nós a próxima hora ou o fim do dia. Só temos o aqui e o agora.
     "...o dia de amanhã terá as suas preocupações próprias."
     Deus me permitiu viver uma profunda experiência a cerca do valor do momento presente. Foi nas vésperas do Natal de 2003, quando fui passar as festas com a minha família. Todos estavam na expectativa da minha chegada e eu também muito feliz por poder ser esse presente para os meus pais. Cheguei num sábado já bem tarde e pude aproveitar bem o domingo para matar a saudade. Vivemos intensamente aquele dia. À noite fiquei com meu pai assistindo a um filme: a vida de João XXIII, que terminou bem tarde. Estávamos cansados depois de tudo que vivemos naquele dia, mas muito feliz por estarmos juntos.
     Meu pai, após o filme, levantou-se do sofá e me disse: "Tchau, filha!"
     Respondi-lhe: Boa noite, pai, dorme com Deus!
     Meu pai sempre dizia tchau quando ia para a cama, era essa sua maneira de dizer boa noite, mas naquela noite seu tchau soou-me diferente, tinha um certo "ar" de despedida.
     Na manhã seguinte, por volta das 6 horas, fui acordada por um grito: Meu irmão havia encontrado meu pai caído no chão. Sem me desesperar, mas com muita dor no coração, movida pela certeza de que Deus já havia me falado no dia anterior, ajudei-o a levantá-lo e colocá-lo no carro para levá-lo até o hospital onde logo depois ele veio a falecer de um ataque cardíaco.
     Eu que pensava que daria minha presença como um presente de Natal para o meu pai, fui surpreendida por Deus que o presenteou com o céu.
     "Pois que é a vossa vida? Sois um vapor que aparece por um instante e depois se desvanece"
(Tg 4, 14b).
     Dessa experiência pude tirar uma grande lição da vida: Viver bem o momento presente, para depois não lamentar-me do que não pude aproveitar de cada situação que Deus me oferece.
     É difícil viver no presente. O passado e o futuro sempre insistem em nos atormentar. Do passado trazemos os remorsos, desgostos, frustrações e, com isso tudo, o sentimento de culpa. O futuro nos remete  uma série de preocupações que enchem toda nossa vida.
     É preciso colocar intensidade em todas as coisas que fazemos. Nossa riqueza é o momento presente! Ele é único e nos remete para a eternidade!
     "E entretanto, não sabeis o que acontecerá amanhã!" (Tg 4,14a)
     Viver o momento presente é "gastar com as pessoas" que convivem conosco o melhor de cada momento. Se não vivemos bem o hoje, não existe o amanhã.
     O hoje comporta escolhas: escolher o bem, escolher a vida, escolher ser feliz, escolher viver o aqui e agora, pois é tudo o que temos.
     Só temos hoje!


texto de Simone Cavazzani

domingo, 6 de março de 2011

DICA [1]

     Todo final de semana eu vou deixar uma dica, ou de filme, ou de livro ou de música.
E a dica de hoje é sobre um filme.


APARECIDA: O MILAGRE

     Dirigido por Tizuca Yamasaki, o filme traz para a telinha uma história que poderia ser minha, sua, de todos nós. Fala da perda da fé em um momento de forte tragédia, mas também mostra o resultado do que pode acontecer quando nos distanciamos de Deus, e da caminhada em busca deste grande bem que um dia foi recusado.
     Um dos fortes méritos do filme está na escolha de atores comprometidos com a causa religiosa, profissionais que não estão apenas interpretando um papel, mas que trazem no seu coração, marcas de convivência com o sagrado. O ator Murilo Rosa é um exemplo. Ele tem dadp inúmeras entrevistas onde relata possuir um estreito relacionamento com esta tradição e vivenciando os ensinamentos cristãos.
     Apesar de ter sido filmado ao longo de apenas seis semanas, o filme não deixa lacunas, o que mostra o esmero com que foi idealizado. A fotografia sabe aproveitar os bonitos cenários da natureza de cidades como São José dos Campos e Aparecida, e também nos brinda com belas imagens do Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida.
     É um filme para assistir com a família!
     Vale muito a pena!

O dia mais belo


(Madre Teresa de Calcutá)
O dia mais belo: hoje
A coisa mais fácil: errar
O maior obstáculo: o medo
O maior erro: o abandono
A raiz de todos os males: o egoísmo
A distração mais bela: o trabalho
A pior derrota: o desânimo
Os melhores professores: as crianças
A primeira necessidade: comunicar-se
O que traz felicidade: ser útil aos demais
O pior defeito: o mau humor
A pessoa mais perigosa: a mentirosa
O pior sentimento: o rancor
O presente mais belo: o perdão
o mais imprescindível: o lar
A rota mais rápida: o caminho certo
A sensação mais agradável: a paz interior
A maior proteção efetiva: o sorriso
O maior remédio: o otimismo
A maior satisfação: o dever cumprido
A força mais potente do mundo: a fé
As pessoas mais necessárias: os pais
A mais bela de todas as coisas: O AMOR!!!